Conhecido como o engenho mais pesquisado do Vale do Cotinguiba, o Engenho Pedras representou o auge e o declínio da economia açucareira em Sergipe.
Segundo Maria da Glória Santana de Almeida, a mais antiga informção que temos sobre o mesmo, data de 1807, quando um viajante que atravessava a região o cita como um ponto de passagem anterior ao Engenho Unha de Gato.
Por possuir um solo fértil, o engenho proporcionou o desenvolvimento da produção açucareira, o que também dependeu de uma vasta mão-de-obra escrava. Pedras era o engenho que mais possuia escravos em Sergipe.
Seus primeiros moradores foram o senhor Manuel Rolemberg de Azevedo e sua esposa Maria de Faro Rolemberg. Sua última proprietária foi Baby Leite, na qual este já estava transformado em usina (hoje, Usina Pinheiros).
Apesar de ter possuido pouca tecnologia na estrutura agrária, se compararmos a outros engenhos da Bahia e Pernambuco, não devemos esquecer que o Engenho Pedras encontrou limitações, principalmente econômicas, para atingir seu pleno desenvolvimento. Porém, apesar de tudo isso, ele significou a expressão máxima do Cotinguiba.
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